Como passar na OAB mesmo sendo um péssimo aluno na faculdade

Como passar na OAB mesmo sendo um péssimo aluno na faculdade

as pessoas têm alguns sensos-comuns básicos. Entre eles, está a ideia de que se você não estudar não será ninguém na vida. Não é uma verdade: algumas pessoas podem contar com a sorte, com os chamados dons, com a sua família, com ajuda do Estado entre outros recursos, que necessariamente sejam advindos do estudo sistematizado. Mas passar no exame da Ordem dos Advogados do Brasil, não é um destes casos. É possível, sim, passar na prova da OAB sendo um péssimo aluno na faculdade.

Como passar na OAB mesmo sendo um péssimo aluno na faculdade

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O exame da OAB é uma prova e não uma disciplina

Vejamos: primeiro o problema é entender o que o exame da ordem é exatamente: ele é uma prova e sabemos por experiência própria que nem sempre o mais estudado tem a melhor nota em uma prova. Quantas vezes percebemos que o pior aluno, aquele que é até mesmo segregado pela classe, demonstra mais talento para tirar notas, do que outros alunos mais dedicados? Claro que levando em conta o detalhe de ele comparecer a prova. Mas isso é matéria para outra discussão.

O que importa perceber é que o aluno considerado péssimo na faculdade, não pode ignorar um fato: ele está na faculdade, apesar de péssimo.
Isso significa que ele, de alguma forma, chegou até lá por algum mérito. E esse mérito é meio óbvio: a displicência.

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Talvez não ela exatamente, mas um subproduto da mesma: ele chega para fazer as provas, bem mais relaxado do que seus companheiros que vararam a noite realizando seus estudos. Ele também não acumula muitas informações, então tem a tendência a ficar bem menos confuso. Ele lembra das aulas e das anotações do caderno, nem sempre seu, e responde o que o professor discutiu.

Em sua displicência outra qualidade vem à tona, um sistemático niilismo pragmático

Ele não defende ideologia nenhuma, então responde o que a prova está pedindo e não o que acredita pessoalmente. Não é algo muito simpático, mas sem dúvida é bastante eficiente.

Mas existem senões aqui: para conseguir ter a resposta adequada dos professores, ele deve no mínimo ter contato com alguém que viu as aulas e fez anotações. Uma rede de bons contatos, um networking, sempre é necessário. Afinal, ele já deve saber disso, pois fez todo o ensino médio usando isso. Mas também fez mais uma coisa.

Ele passou no vestibular

Então sabe estudar quando é necessário. E neste caso deve saber onde achar o básico para passar na prova.

Nisso está seu verdadeiro drama: ter a capacidade de localizar os conteúdos básicos para enfim, conseguir dispor do que precisa para passar. Pouco, com calma, é muito, agora “nada”, mesmo com esforço, é igual a 1000 vezes 0.

Uma questão a levar em consideração

Se você quer mesmo passar, prepare-se para um problema na teoria acima: você deve se esforçar um pouco que seja, e isso vai lhe deixar um pouco mais nervoso. Significa que você pode não estar tão tranquilo como sempre para a prova.

Segundo problema, na verdade uma questão pós-aprovação. Que tipo de advogado você quer ser de fato, se não tem dedicação à leitura e ao estudo? Qual a espécie de cliente você pretende defender? Conquiste a carteira da OAB e seja o advogado que você sonha em ser.

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